CONSEJO DE EMPRESARIOS IBEROAMERICANOS

(CEIB)

O CONSELHO DE EMPRESÁRIOS IBERO-AMERICANOS (CEIB)

A VOZ DOS EMPRESÁRIOS DA REGIÃO

O Conselho de Empresários Ibero-americanos (CEIB) nasce no ano de 2015, no quadro da XXVI Reunião de Presidentes de Organizações Empresariais Ibero-americanas, como uma iniciativa apoiada pela Organização Internacional de Empregadores (OIE), instituição a que pertencem as 23 organizações empresariais mais representativas dos 20 países ibero-americanos, Espanha, Principado de Andorra e Portugal.

O objetivo do Conselho de Empresários Ibero-americanos (CEIB) é valorizar os fatores de competitividade comuns aos empresários ibero-americanos e contribuir para o melhor desenvolvimento económico e social dos países da Região. Outro dos seus objetivos é trabalhar no desenvolvimento de estratégias e políticas a longo prazo no espaço ibero-americano, defendendo os interesses empresariais e mantendo aberta uma linha  permanente com as instituições multilatinas e os governos das distintas nações.

Com essa finalidade, no dia 24 de fevereiro de 2016, a CEIB celebrou em Madrid um Acordo de Colaboração com a Secretaria-Geral Ibero-americana (SEGIB), consolidando o seu prestígio e reconhecimento, quer em Espanha, quer na região ibero-americana.

A MAIOR REDE DE ORGANIZAÇÕES EMPRESARIAIS NA IBERO-AMÉRICA  

O CEIB reúne as organizações empresariais mais importantes da Ibero-América, com caráter voluntário, em representação e defesa dos interesses das empresas, dos profissionais e trabalhadores independentes, configurando a maior rede empresarial da Região.

O Conselho é constituído pelas seguintes organizações empresariais: Argentina - UIA; Bolívia – CEPB; Brasil – CNI; Chile – CPC; Colômbia – ANDI; Costa Rica – UCC; Equador – Câmara de Indústrias de Guayaquil; El Salvador – ANEP; Paraguai – FEPRINCO; Peru – CONFIEP; México – CONCAMIN – COPARMEX; Nicarágua – COSEP; Panamá – CONEP; Principado de Andorra – CEA; Honduras – COHEP; Uruguai – CIU – CNCS; Guatemala – CACIF; República Dominicana – COPARDOM; Venezuela – FEDECAMARAS; Espanha – CEOE e Portugal – CIP.

O CEIB assume-se desta forma como o principal interlocutor das empresas junto dos governos, dos agentes sociais, económicos e políticos internacionais.

ATIVIDADES PERMANENTES DO CONSELHO DE EMPRESÁRIOS IBERO-AMERICANOS

Mediante a aliança com a Secretaria-Geral Ibero-americana (SEGIB), o Conselho de Empresários Ibero-americanos constitui-se como uma referência empresarial para a Ibero-América, identificando-se como a única instituição oficial responsável pela organização dos Encontros Empresariais Ibero-americanos que se celebram bienalmente, e com caráter prévio à Cimeira de Chefes de Estado e de Governo da Ibero-América.

Assume a coorganização com a SEGIB dos Fóruns Ibero-americanos das PME, que se celebram anualmente. Este Fórum desperta o interesse das micro, pequenas e médias empresas do conjunto da Região, que se reúnem para debater sobre os temas específicos destas particulares entidades, que representam a maior percentagem do tecido produtivo dos nossos países.

Além disso, o Conselho de Empresários Ibero-americanos (CEIB), juntamente com a Organização Internacional de Empregadores (OIE), são os responsáveis pela   organização das Reuniões de Presidentes de Organizações Empresariais Ibero-americanas que se celebram anualmente, tanto no país anfitrião da Cimeira política, como em Madrid, onde está sediado. Nestas reuniões, os presidentes das organizações empresariais ibero-americanas partilham um espaço para abordar os problemas e as possíveis soluções que afetam as empresas dos países da Região.

Além destas atividades, o CEIB organiza todos os anos vários encontros empresariais e fóruns de interesse geral, no intuito de manter um trabalho contínuo ao longo do tempo, de acordo com os mandados e as temáticas das cimeiras políticas. Estas atividades têm lugar em todos os países da Região, com a finalidade de cumprir o objetivo principal da sua existência: defender e proteger os interesses das empresas ibero-americanas, que são o motor das economias da Região.

ESTRUTURA E COMPETÊNCIAS

A presidência pro tempore do CEIB é rotativa entre os presidentes das organizações empresariais e corresponde à cúpula do país anfitrião da Cimeira Ibero-americana de Chefes de Estado e de Governo. Por outro lado, a Secretaria Permanente do CEIB incide na Confederação Espanhola de Organizações Empresariais (CEOE).

As funções do CEIB são as seguintes:

·        Representar os seus membros junto das Cimeiras Ibero-americanas de Chefes de Estado e de Governo e, de forma permanente, da Secretaria-Geral Ibero-americana (SEGIB).

·        Coordenar as posições empresariais no âmbito das relações comerciais e de investimento da UE/América Latina.

·        Apoiar uma envolvente reguladora empresarial que fomente a criação e o desenvolvimento de empresas.

·        Fomentar o crescimento económico e o desenvolvimento social dos países ibero-americanos.

Nesse sentido, o CEIB pretende principalmente:

·        Promover iniciativas nos países para a simplificação administrativa e a convergência legislativa.

·        Identificar barreiras administrativas.

·        Propor melhorias práticas reguladoras.

·        Elaborar um relatório de indicadores sobre a produção legislativa nos países, assim como índices de segurança jurídica.

·        Organizar regularmente fóruns de investimento e cooperação empresarial por países ou regiões.

·        Criar uma bolsa de oportunidades comerciais entre os países-membros.

·        Fomentar projetos tecnológicos abertos à participação de empresas dos distintos países.

·        Partilhar programas formativos em linha.

·        Defender a economia de mercado, a competitividade e a internacionalização empresarial, a livre concorrência e a responsabilidade social empresarial.

·        Promover a unidade de mercado.

·        Potenciar a investigação e a inovação tecnológica na empresa, a sociedade da informação e a formação empresarial, bem como a sustentabilidade e a  proteção do ambiente.

·        Criar uma bolsa de oportunidades comerciais entre os países-membros.

·        Implementar programas formativos e de bolsas de estudo ibero-americanas para candidatos da Região, contribuindo para a valorização do capital humano das empresas.


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